Queremos zerar o feminicídio: Mailza e Jéssica apresentam propostas
Em encontro com 2 mil mulheres no AFA Jardim, Mailza e Jéssica Sales apresentam propostas para zerar o feminicídio e construir o Hospital da Mulher no Acre.
Em encontro com 2 mil mulheres no AFA Jardim, Mailza e Jéssica Sales apresentam propostas para zerar o feminicídio e construir o Hospital da Mulher no Acre.
As candidatas ao governo do Acre, Mailza e Jéssica Sales, apresentaram propostas para proteger mulheres acreanas durante o Encontro de Mulheres, que mobilizou 2 mil participantes nesta segunda-feira (31), no AFA Jardim, em Rio Branco. A meta de zerar o feminicídio e a construção do Hospital da Mulher foram os principais compromissos do evento.
A proposta de zerar o feminicídio integra o Pacto Acreano pela Vida das Mulheres, Crianças e Adolescentes, que prevê ações integradas de prevenção e enfrentamento à violência, ampliação da Patrulha Maria da Penha e acompanhamento das medidas protetivas de alto risco.
"Nós queremos número zero para o feminicídio. Nenhuma mulher pode ser vítima simplesmente por ser mulher. Vamos fortalecer a rede de proteção, agir antes que a violência aconteça e garantir que aquela que precisar de ajuda encontre um Estado presente, preparado e acolhedor", afirmou Mailza.
Candidata a vice-governadora e médica, Jéssica Sales ressaltou que cuidar da saúde da mulher significa acompanhar cada etapa de sua trajetória, da adolescência ao envelhecimento. Uma das principais propostas é a construção do Hospital da Mulher, que deve oferecer atendimento especializado e humanizado.
"Precisamos de uma estrutura que olhe para a mulher de forma integral, que não trate apenas a doença, mas cuide da pessoa, das suas necessidades e da sua história. O Hospital da Mulher será um passo importante para oferecer atendimento especializado, humanizado e próximo das acreanas", destacou.
Para Mailza e Jéssica, proteger a vida, garantir saúde e criar oportunidades fazem parte de um mesmo compromisso: construir um Acre em que nenhuma mulher seja deixada para trás e em que ser mulher não signifique viver com medo, mas ter liberdade para escolher, trabalhar, cuidar, sonhar e construir o próprio futuro.
Sofia Mendes Carvalho
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
Ver todos os artigos →