# Polícia Penal prende terceirizado com drogas em presídio de Rio Branco

> A Polícia Penal do Acre prendeu, neste sábado, 12, um terceirizado de 32 anos que atuava na cozinha do Complexo Penitenciário Dr. Francisco de Oliveira Conde, em Rio Branco, ao tentar entrar com drogas na unidade. O equipamento Body Scan identificou os invólucros escondidos nas botas do trabalhador durante a inspeção de acesso.

*Vistok · Estilo Pessoal · 14 de setembro de 2026 · Heloísa Brandt*

A Polícia Penal do Acre prendeu neste sábado, 12, um terceirizado de 32 anos da cozinha do Complexo Penitenciário Dr. Francisco de Oliveira Conde, em Rio Branco, tentando entrar com drogas na unidade. O Body Scan flagrou os invólucros escondidos nas botas.

A Polícia Penal do Acre (PPAC) prendeu neste sábado, 12, um funcionário de 32 anos de uma empresa terceirizada que atua na cozinha do Complexo Penitenciário Dr. Francisco de Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco, no momento em que ele tentava entrar com drogas na unidade penal.

A abordagem começou na revista de rotina. Policiais penais de plantão passaram o terceirizado pelo aparelho Body Scan e notaram algo anormal nas botas. Em sala reservada, encontraram 6 invólucros com substância análoga à maconha. O suspeito, segundo o Instituto de Administração Penitenciária e a PPAC, já vinha sendo investigado.

Questionado sobre a existência de outros ilícitos, ele autorizou a busca no próprio carro. Com apoio do cão farejador da Divisão de Operações com Cães (DOC), os policiais localizaram, no banco do passageiro de um Honda Civic, uma bolsa preta com outros 6 invólucros e pouco mais de R$ 800 em espécie.

Diante do flagrante, o terceirizado recebeu voz de prisão por tráfico de drogas e foi conduzido à Delegacia Central de Flagrantes (Defla), onde o caso segue os procedimentos legais. A instituição afirmou que a ação reforça o compromisso de manter a lei e a ordem nas unidades penais do estado, coibindo o tráfico e detendo quem tenta burlar as diretrizes do sistema penal.

O caso ajuda a entender por que a revista eletrônica virou etapa central na rotina dos presídios. O Body Scan não substitui o olho treinado do servidor, mas aponta o ponto exato onde procurar. Foi o que aconteceu aqui: o equipamento levantou a suspeita e a conferência manual confirmou o material. Para quem trabalha com segurança penitenciária, a lição é conhecida: o acesso de prestadores de serviço é tão sensível quanto o de visitantes, e a checagem vale para todos.

Vale acompanhar os próximos passos. A prisão em flagrante dá início a uma investigação que costuma mirar também quem estaria do lado de fora, aguardando a entrega. Não há, até aqui, informação oficial sobre outros envolvidos ou sobre o destino do material apreendido. segurança em presídios do Acre

O que se sabe, por ora, é o essencial: a barreira funcionou. Um homem foi detido antes de entrar, a droga não chegou às celas e o caso está nas mãos da autoridade policial. como funciona a revista em presídios

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