# PF investiga furto de computadores e carros da Receita Federal no Rio

> A Operação Backdoor da Polícia Federal investiga, desde quinta-feira (23), o furto de aproximadamente 300 computadores, cinco geladeiras e veículos da Receita Federal no Rio de Janeiro. Os bens, avaliados em R$ 350 mil, foram desviados com uso de documentos falsos.

*Vistok · Estilo Pessoal · 24 de julho de 2026 · Bruno Yamashiro*

A Polí Federal deflagrou a Operação Backdoor nesta quinta-feira (23) para investigar o furto de cerca de 300 computadores, cinco geladeiras e veículos da Receita Federal no Rio. Os bens, avaliados em R$ 350 mil, teriam sido desviados com uso de documentos falsos.

## PF investiga furto de computadores e carros da Receita Federal no Rio

A Polícia Federal investiga o furto de cerca de 300 computadores, cinco geladeiras e veículos da Receita Federal no Rio. A Operação Backdoor apura desvio de bens avaliados em R$ 350 mil, com suspeita de uso de termos de doação fraudulentos. Um servidor cedido à Receita e integrantes de uma organização social são investigados.

## Operação Backdoor: entenda a investigação da PF no Rio

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (23) a Operação Backdoor para apurar um esquema de desvio de bens da Receita Federal na zona portuária do Rio de Janeiro. As investigações começaram a partir de denúncias encaminhadas pela própria Receita, que apontaram indícios do furto de cerca de 300 computadores e cinco geladeiras pertencentes ao patrimônio da instituição, avaliados em aproximadamente R$ 350 mil. Além disso, veículos do pátio do órgão também desapareceram.

Segundo a PF, a ação apura ainda a eventual destinação desses bens a terceiros mediante uso de termos de doação fraudulentos. O nome "Backdoor" faz referência à expressão em inglês que significa "porta dos fundos", em alusão ao modo como a maior parte dos bens era retirada por uma saída localizada aos fundos do edifício da Receita Federal.

## Quem são os suspeitos de envolvimento no furto

De acordo com as investigações, os bens teriam sido furtados por meio de um esquema que contaria com o envolvimento de um servidor público cedido à Receita Federal e de integrantes de uma organização social. A PF não divulgou os nomes dos investigados nesta fase da apuração.

A investigação busca esclarecer como esses bens foram retirados do prédio da Receita sem autorização e como os documentos de doação foram supostamente fraudados. A participação de um servidor cedido ao órgão levanta questões sobre falhas no controle interno.

## Mandados de busca e apreensão cumpridos pela PF

Nas ações desta quinta-feira, policiais federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em diferentes localidades do estado do Rio de Janeiro. Os alvos foram os bairros de Brás de Pina, Senador Camará e Guaratiba, no município do Rio, além do bairro Encruzo da Enseada, em Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense.

As buscas visam recolher provas que possam confirmar a participação dos suspeitos e identificar outros envolvidos no esquema. A PF não informou se houve prisões ou apreensões de bens até o momento.

## O que diz a Receita Federal sobre o caso

A Receita Federal foi quem encaminhou as denúncias que deram início à investigação. O órgão apontou indícios do furto dos equipamentos e veículos, além de possíveis fraudes nos termos de doação. A instituição não se manifestou publicamente sobre o caso após a deflagração da operação.

O fato de a própria Receita ter acionado a PF sugere que o órgão identificou irregularidades internas e buscou apuração externa. A investigação deve esclarecer se houve falhas no sistema de controle patrimonial.

## Como funcionava o suposto esquema de desvio

Segundo a PF, a maior parte dos bens era retirada por uma saída localizada nos fundos do edifício da Receita Federal, no centro do Rio. Daí o nome da operação: Backdoor, ou "porta dos fundos".

Os bens teriam sido desviados com o uso de termos de doação fraudulentos, que simulavam a destinação legal dos equipamentos a terceiros. A investigação apura se esses documentos eram falsificados ou emitidos sem autorização.

O esquema envolveria um servidor cedido à Receita, que supostamente facilitava a retirada dos itens, e integrantes de uma organização social, que recebiam os bens. A PF não detalhou qual seria a contrapartida ou o destino final dos computadores, geladeiras e veículos.

## Impacto do furto para a Receita Federal

O furto de cerca de 300 computadores e cinco geladeiras, avaliados em R$ 350 mil, representa um prejuízo significativo para o patrimônio da Receita Federal. Além dos equipamentos, veículos do pátio do órgão também desapareceram, sem que a PF tenha divulgado a quantidade ou o valor estimado.

A perda de computadores pode comprometer atividades administrativas e operacionais da Receita, especialmente se os equipamentos continham dados sensíveis. A investigação deve apurar se houve vazamento de informações.

## O que acontece agora na investigação

A Operação Backdoor está em fase inicial. Os quatro mandados de busca e apreensão cumpridos nesta quinta-feira (23) devem fornecer elementos para avançar nas apurações. A PF não descarta novas fases da operação, conforme as provas forem analisadas.

Os investigados podem responder por furto qualificado, falsificação documental e associação criminosa, entre outros crimes. As penas variam de 2 a 8 anos de reclusão, podendo ser aumentadas conforme a gravidade e o valor dos bens desviados.

## Perguntas Frequentes

### O que é a Operação Backdoor da PF?

É uma investigação da Polícia Federal que apura o furto de computadores, geladeiras e veículos da Receita Federal no Rio, com suspeita de uso de documentos falsos.

### Quantos computadores foram furtados da Receita Federal?

Cerca de 300 computadores e cinco geladeiras, avaliados em aproximadamente R$ 350 mil, além de veículos não quantificados.

### Quem são os suspeitos do furto?

Um servidor público cedido à Receita Federal e integrantes de uma organização social, segundo as investigações da PF.

### Onde foram cumpridos os mandados da operação?

Nos bairros de Brás de Pina, Senador Camará e Guaratiba, no Rio, e em Encruzo da Enseada, em Angra dos Reis.

### Por que a operação se chama Backdoor?

O nome faz referência à "porta dos fundos" do edifício da Receita, por onde a maior parte dos bens era retirada.

### A Receita Federal participou da investigação?

Sim, a Receita encaminhou as denúncias que deram início à apuração da PF sobre o desvio de bens.

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