Projeto de balé atende 60 meninas no interior do Acre: conheça
Sessenta meninas de Manuel Urbano participam de projeto de balé criado por Rivaneide Lima Góes, paulista de 55 anos que mora no Acre há quatro anos. A iniciativa enfrentou quase dois anos de dificuldades até conseguir espaço em academia de capoeira.
Sessenta meninas de Manuel Urbano participam de projeto de balé criado por Rivaneide Lima Góes, paulista de 55 anos que mora no Acre há quatro anos. A iniciativa enfrentou quase dois anos de dificuldades até conseguir espaço em academia de capoeira.
Paulista cria projeto de balé que atende 60 meninas no interior do Acre
Sessenta meninas de Manuel Urbano participam hoje de um projeto de balé que levou quase dois anos para sair do papel, conforme informações divulgadas nesta quinta-feira (23). A iniciativa é conduzida por Rivaneide Lima Góes, de 55 anos, natural de São Paulo, que mora no município acreano há quatro anos. O projeto nasceu da ausência de uma atividade que reunisse cultura, disciplina e desenvolvimento pessoal para as crianças da comunidade.
O principal entrave à criação do projeto foi a falta de um local adequado. Por quase dois anos, a idealizadora procurou alternativas e enfrentou dificuldades para começar as atividades. A situação mudou quando uma academia de capoeira cedeu o espaço para as primeiras aulas, o que permitiu a abertura da turma inicial.
Como o projeto de balé transforma a vida de 60 meninas no Acre
A ideia surgiu logo após a chegada de Rivaneide ao município, quando ela identificou a ausência de uma atividade que reunisse cultura, disciplina e desenvolvimento pessoal para as crianças da comunidade. Com o tempo, a proposta ganhou adesão de mais famílias. Atualmente, as 60 alunas contam com o acompanhamento de uma professora responsável pelo aprendizado diário do grupo.
Valores trabalhados nas aulas de dança
Além da técnica de dança, o projeto trabalha valores como respeito, disciplina, responsabilidade e confiança. Para parte das participantes, as aulas se tornaram uma via para descobrir talentos, fortalecer a autoestima e ampliar as perspectivas de futuro.
O retorno significativo para a idealizadora
Para a idealizadora, o retorno mais significativo está na evolução das alunas. Ela avalia que cada apresentação e cada conquista das meninas confirmam o resultado de um trabalho construído com perseverança. As dificuldades enfrentadas no processo, segundo ela, reforçaram o propósito da iniciativa, que hoje alcança também as famílias e a comunidade.
Próximos passos do projeto de balé em Manuel Urbano
O próximo passo é ampliar o alcance do projeto e garantir que mais meninas tenham acesso à dança. Rivaneide afirma: "Meu desejo é que esse trabalho continue crescendo e alcance ainda mais crianças. Quero que cada menina saiba que pode sonhar alto e construir um futuro cheio de esperança, independentemente de onde nasceu".
Como iniciativas culturais impactam comunidades no interior
Projetos como este mostram como a dança pode ser ferramenta de inclusão social e desenvolvimento pessoal em regiões com pouca oferta de atividades culturais. A perseverança de Rivaneide durante quase dois anos até conseguir o espaço na academia de capoeira exemplifica o esforço necessário para tirar ideias do papel em áreas remotas.
O papel da comunidade na sustentabilidade do projeto
A cessão do espaço pela academia de capoeira foi fundamental para viabilizar as aulas. Esse apoio local, combinado com a dedicação da idealizadora e da professora, permitiu que 60 meninas tivessem acesso regular à dança e aos valores trabalhados nas atividades.
Perguntas Frequentes
Quantas meninas participam do projeto de balé?
Sessenta meninas de Manuel Urbano participam atualmente do projeto.
Quem criou o projeto de balé no interior do Acre?
Rivaneide Lima Góes, paulista de 55 anos que mora no município acreano há quatro anos.
Quanto tempo levou para o projeto sair do papel?
Quase dois anos, principalmente pela falta de um local adequado para as aulas.
Onde acontecem as aulas de balé?
Em uma academia de capoeira que cedeu o espaço para as atividades.
Quais valores são trabalhados além da dança?
Respeito, disciplina, responsabilidade e confiança.
Qual o próximo passo do projeto?
Ampliar o alcance para que mais meninas tenham acesso à dança.
Heloísa Brandt
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
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