Mulher de 35 anos é morta a tiros na frente da filha em Rio Branco
Cláudia da Silva Rodrigues, de 35 anos, foi morta a tiros na noite desta quinta-feira, 10, na Rua Alvorada, bairro Vitória, em Rio Branco. Ela estava com a filha quando um motociclista se aproximou. O caso será investigado pela DHPP.
Cláudia da Silva Rodrigues, de 35 anos, foi morta a tiros na noite desta quinta-feira, 10, na Rua Alvorada, bairro Vitória, em Rio Branco. Ela estava com a filha quando um motociclista se aproximou. O caso será investigado pela DHPP.
Uma mulher de 35 anos foi morta a tiros na noite desta quinta-feira, 10, na Rua Alvorada, bairro Vitória, em Rio Branco. A vítima foi identificada como Cláudia da Silva Rodrigues.
Cláudia da Silva Rodrigues, 35 anos, foi morta a tiros na noite de quinta-feira, 10, na Rua Alvorada, bairro Vitória, em Rio Branco. Segundo testemunhas, um motociclista parou pedindo informação, sacou a arma e atirou várias vezes. A vítima correu para dentro de casa e caiu no quintal. O atirador fugiu. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O que as testemunhas relataram
Cláudia estava sentada em frente à residência na companhia da filha quando o motociclista se aproximou. O pedido de informação funcionou como pretexto: em seguida, ele sacou a arma e disparou várias vezes. Ferida, ela correu para dentro de casa e caiu no quintal. O atirador fugiu.
O Samu foi acionado, mas a equipe de suporte avançado apenas constatou o óbito. A área foi isolada por guarnições do 3º Batalhão.
A Polícia Civil, com a Equipe de Pronto Emprego (EPE), esteve no local para colher informações. O Departamento de Polícia Técnica Científica (DPTC) e os profissionais do IML realizaram os procedimentos de perícia e a remoção do corpo.
O que muda para quem mora na região
A DHPP assumiu a investigação, o que indica que o caso será tratado como homicídio doloso, quando há intenção de matar. Na prática, é essa delegacia que vai apurar a dinâmica do crime e a autoria.
Para moradores do bairro Vitória, o episódio levanta uma questão concreta: a ausência de informações oficiais sobre o atirador. Até o momento, não há nome, placa ou descrição divulgados publicamente. Quem tem qualquer dado sobre a movimentação na Rua Alvorada naquela noite pode procurar a DHPP ou o 3º Batalhão, que fez o isolamento da área.
A reportagem não localizou informações sobre prisões ou suspeitos identificados. O caso segue em apuração.
Bruno Yamashiro
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
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