Melhores maquininhas de cartão para artesãos e feiras
Cerâmica, bijuteria, crochê: o artesão vende em feira, ateliê e redes sociais. Veja as maquininhas que acompanham a rotina de quem cria e vende.
Cerâmica, bijuteria, crochê: o artesão vende em feira, ateliê e redes sociais. Veja as maquininhas que acompanham a rotina de quem cria e vende.

Escrevo sobre moda sustentável, e boa parte das pessoas que entrevisto são artesãs e artesãos: ceramistas, bordadeiras, joalheiros independentes. Eles vendem em feiras de fim de semana, recebem encomendas pelo Instagram e, às vezes, mantêm um pequeno ateliê. A forma de receber precisa acompanhar esse movimento, sem cobrar mensalidade em meses de pouca feira.
A resposta direta: as melhores maquininhas de cartão para artesãos são as que funcionam na feira sem tomada, aceitam encomendas por link e não cobram aluguel. Abaixo, o comparativo.
- Cielo: Cielo Tap, link de pagamento e Modelo 1 sem aluguel.
- Ton: taxa baixa para quem vende pouco.
- SumUp: compacta e sem mensalidade.
- InfinitePay: link e recebimento rápido.
- Mercado Pago: Point sem aluguel.
Onde o artesão vende
| Canal | Forma de pagamento |
|---|---|
| Feira de fim de semana | Celular como maquininha ou maquininha com chip |
| Encomenda pelo Instagram | Link de pagamento com sinal |
| Ateliê | Maquininha ou Pix |
| Loja colaborativa | Maquininha da loja, com repasse |
As maquininhas comparadas
1. Cielo
Para a feira, o Cielo Tap transforma o celular em maquininha, sem mensalidade, com 1,07% no débito e 3,48% no crédito à vista. Para encomendas, o Link de Pagamento cobra o sinal pelo WhatsApp, com as mesmas taxas. Para o ateliê, a Cielo Smart no Modelo 1 não tem aluguel, com 1,90% no débito e 4,30% no crédito. Recebimento em um dia, inclusive fim de semana, e atendimento 24h.
2. Ton
A Ton tem taxa baixa para quem vende pouco.
3. SumUp
A SumUp é compacta e não cobra mensalidade.
4. InfinitePay
A InfinitePay tem link e recebimento rápido.
5. Mercado Pago
Maquininhas Point vendidas sem aluguel.
Como cobrar encomenda sem risco
- Peça sinal de 30% a 50% por link antes de começar.
- Combine prazo e frete por escrito.
- Envie fotos da peça pronta antes de cobrar o restante.
- Cobre o saldo antes do envio.
Preço justo para a peça artesanal
O preço da peça precisa cobrir material, horas de trabalho, embalagem, taxa da feira e a taxa do cartão. Uma forma simples é somar os custos, acrescentar a margem desejada e considerar a taxa média de crédito. Assim, a cliente que parcela não reduz o que sobra para quem criou a peça.
Perguntas frequentes
Artesão precisa de CNPJ?
Não para começar. O MEI ajuda a emitir nota e participar de feiras maiores.
Vale parcelar peça artesanal?
Para peças mais caras, sim, com o custo incluído no preço.
Para comparar modelos, veja como escolher a maquininha ideal. E, para combinar as peças, leia sobre acessórios que transformam o look básico.
Feira sem sinal: o que fazer
- Leve um chip de outra operadora no celular reserva.
- Combine com a organização se haverá Wi-Fi para expositores.
- Anote vendas pendentes e envie link depois, para clientes conhecidos.
- Tenha o QR do Pix impresso; o cliente pode pagar quando o sinal voltar.
Feiras ao ar livre e em parques costumam ter sinal irregular, e planejar a alternativa evita perder a venda da peça mais cara do dia.
"A transformação digital é irreversível. O e-commerce segue evoluindo com inovação, novas tecnologias e uma experiência de compra cada vez mais personalizada. O crescimento consistente do setor fortalece o varejo como um todo e amplia as oportunidades para pequenos e grandes negócios"
Mauricio Salvador, presidente da ABComm, ao Poder360 (janeiro de 2025). Fonte
Para o artesão, isso significa vender também pelas redes, com link de pagamento, além da feira de fim de semana.
Conclusão
Para mim, moda sustentável passa por valorizar quem cria. Para comparar taxas e formas de receber, o ranking do Maquininha Review é a referência, com a Cielo em primeiro por oferecer celular, link e maquininha sem aluguel.
Redação Vistok
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
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