# Mailza defende Acre produtivo com indústrias e renda

> Mailza defendeu, no debate do site ac24horas, um modelo de Acre produtivo baseado no apoio ao produtor rural, na adoção de tecnologia, na melhoria da infraestrutura e na atração de indústrias. A proposta visa gerar emprego e renda tanto para quem vive nas cidades quanto para as populações da floresta.

*Vistok · Estilo Pessoal · 14 de setembro de 2026 · Heloísa Brandt*

No debate do site ac24horas, Mailza defendeu um Acre produtivo, com apoio ao produtor, tecnologia, infraestrutura e atração de indústrias para gerar emprego e renda a quem vive na cidade e na floresta.

Mailza defende Acre produtivo, com novas indústrias, emprego e renda para a população. A proposta foi apresentada no segundo bloco do debate promovido pelo site ac24horas. O projeto pretende reduzir a dependência do setor público, fortalecer a iniciativa privada e abrir novas oportunidades de trabalho no estado, sem abrir mão da preservação ambiental.

A resposta direta ao que a candidata propõe cabe em três frentes. Primeiro, tratar os 86% de cobertura florestal preservada como ativo capaz de atrair tecnologia, investimentos e indústrias. Segundo, elevar a produtividade nas áreas já abertas, com recuperação de ramais e pontes, ampliação da assistência técnica e programas permanentes de mecanização. Terceiro, industrializar a produção acreana para manter mais riqueza dentro do estado e ampliar as exportações.

Segundo Mailza, o ponto de partida são as riquezas naturais. "Nosso estado tem um potencial enorme de crescimento e desenvolvimento partindo das nossas riquezas naturais, das nossas florestas e produtos que estão nelas", afirmou durante o debate. A ideia é transformar essa base em produtos de maior valor e fazer com que o resultado do crescimento chegue diretamente à população, em economia e em renda para os bolsos dos acreanos.

Do lado da produção, a candidata defendeu medidas concretas para quem já planta. "Embora tenhamos 86% da nossa floresta em pé, no percentual desmatado é possível produzir investindo em tecnologia, nos nossos ramais e pontes", explicou. A promessa é entregar assistência técnica e programas permanentes de mecanização, para que o produtor tenha mais renda e produção e consiga levar o que colhe ao comércio.

A industrialização aparece como caminho para segurar valor no estado. Na avaliação de Mailza, desburocratizar o ambiente de negócios e facilitar a instalação de empresas permite agregar valor à produção local, ampliar as exportações e gerar empregos tanto nas cidades quanto no interior.

"Fortalecer o nosso comércio, desburocratizar e facilitar a vida do empreendedor é fundamental para trazer empresas que gerem emprego e renda através da industrialização dos nossos produtos", disse. Ela citou a exportação de carne e a produção de soja e milho como exemplos do que já ocorre e defendeu que floresta e produção caminhem juntas para desenvolver o Acre economicamente.

Na prática, o pacote se organiza em etapas curtas. Uma: recuperar a infraestrutura que escoa a produção, com ramais e pontes. Duas: levar assistência técnica e mecanização a quem já produz. Três: reduzir barreiras para instalar indústrias que processem o que o estado colhe e extrai. Quatro: usar a floresta preservada como argumento para atrair investimento de maior valor agregado.

Para quem vive do que planta ou trabalha no comércio, a leitura é de uso real: menos dependência do setor público e mais atividade privada encadeada. O debate foi promovido pelo site ac24horas, e as falas citadas constam da cobertura do evento. debate ac24horas no Acre

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Fonte (canonical): https://vistok.com.br/estilo-pessoal/mailza-defende-acre-produtivo-novas-industrias-emprego-renda-populacao/
