Idosa morre atropelada com sobrinha de 4 anos na Amadeu Barbosa
Francisca de Almeida Lopes, de 60 anos, morreu na noite desta sexta-feira, 11, após ser atropelada enquanto atravessava a Avenida Amadeu Barbosa, no Segundo Distrito de Rio Branco, com a sobrinha de 4 anos. A criança fraturou a perna direita e o motociclista teve dores no tórax.
Francisca de Almeida Lopes, de 60 anos, morreu na noite desta sexta-feira, 11, após ser atropelada enquanto atravessava a Avenida Amadeu Barbosa, no Segundo Distrito de Rio Branco, com a sobrinha de 4 anos. A criança fraturou a perna direita e o motociclista teve dores no tórax.
Francisca de Almeida Lopes, de 60 anos, morreu no fim da tarde desta sexta-feira, 11, após ser atropelada na Avenida Amadeu Barbosa, no Segundo Distrito de Rio Branco. Ela voltava para casa, no bairro Canaã, acompanhada da sobrinha de 4 anos, quando foi atingida por um motociclista de 29 anos que retornava do trabalho.
O que se sabe até agora:
- O acidente ocorreu no fim da tarde de sexta-feira, 11, na Avenida Amadeu Barbosa, no Segundo Distrito de Rio Branco;
- A idosa Francisca de Almeida Lopes, de 60 anos, atravessava a via com a sobrinha de 4 anos;
- O motociclista de 29 anos retornava do trabalho no momento da colisão;
- Com o impacto, os três foram arremessados ao solo;
- A idosa entrou em parada cardiorrespiratória e morreu no local;
- A criança foi levada ao Pronto-Socorro com fratura na perna direita, em quadro estável;
- O motociclista foi atendido com dores no tórax.
O Samu foi acionado e enviou três ambulâncias ao local, incluindo uma de suporte avançado. Os paramédicos tentaram reanimar Francisca por vários minutos, mas ela não resistiu. A criança recebeu socorro e foi encaminhada ao Pronto-Socorro com fratura na perna direita; o quadro foi considerado estável. O motociclista também foi atendido e levado ao Pronto-Socorro com dores no tórax.
A Avenida Amadeu Barbosa é uma das vias que cortam o Segundo Distrito, região que concentra fluxo residencial e de trabalhadores no fim do dia. Quem atravessa a pé nesse horário conhece a disputa por espaço entre pedestres, motos e carros. Não é um cenário abstrato: é o trajeto de volta para casa de milhares de pessoas.
O local foi isolado pelo Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN). O Instituto Médico Legal (IML) fez a perícia e a remoção do corpo. O caso será investigado pela Polícia Civil, que ainda não divulgou prazo para conclusão das apurações.
Para quem acompanha a rotina de deslocamento na região, o episódio reforça uma conta que costumamos ignorar: cada travessia feita no automático carrega um risco que só percebemos depois. Não há dado oficial neste momento sobre as circunstâncias exatas da colisão, e qualquer conclusão sobre responsabilidade cabe à investigação em curso. O que resta, por ora, é a informação objetiva e a cautela de não antecipar o que a apuração ainda vai esclarecer.
Heloísa Brandt
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
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