Avião derrapa no Santos Dumont e voos são cancelados
Um jatinho de pequeno porte da Embraer derrapou e saiu da pista do Santos Dumont, no Rio, fechando o aeroporto. Até o momento, 53 voos foram cancelados e 15 direcionados ao Galeão. Sem feridos, a remoção da aeronave depende de guindaste.
Um jatinho de pequeno porte da Embraer derrapou e saiu da pista do Santos Dumont, no Rio, fechando o aeroporto. Até o momento, 53 voos foram cancelados e 15 direcionados ao Galeão. Sem feridos, a remoção da aeronave depende de guindaste.
Um jatinho de pequeno porte da Embraer derrapou e saiu da pista do aeroporto Santos Dumont, na região central do Rio, na tarde desta quinta-feira (27). O incidente ocorreu durante o pouso, por volta das 16h10, e levou ao fechamento do aeroporto. De acordo com a Infraero, até o momento, 15 voos foram direcionados para o Aeroporto Internacional do Galeão e 53 foram cancelados. A aeronave parou na área gramada, sem feridos; apenas o piloto e um tripulante estavam a bordo.
O Plano de Emergência do aeroporto foi acionado. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), "as operações do aeroporto estão suspensas para remoção da aeronave que está na área gramada ao lado da pista". O processo de remoção será feito com um guindaste, com suporte do Corpo de Bombeiros. Técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estão no aeroporto para iniciar as investigações sobre o ocorrido.
Para quem tem voo programado para o Santos Dumont, o cenário imediato é de transtorno: a suspensão das operações afeta diretamente a malha aérea regional, e a realocação para o Galeão, na Ilha do Governador, muda o deslocamento de quem já estava no centro da cidade. A orientação prática é entrar em contato com a companhia aérea antes de sair de casa, já que a lista de cancelamentos tende a crescer até a remoção completa da aeronave.
O uso de guindaste indica uma operação de remoção que pode levar horas, dependendo do posicionamento da aeronave e das condições do terreno gramado. Enquanto isso, a Infraero mantém o aeroporto fechado, e a investigação do Cenipa deve apontar as causas da derrapagem, mas não há prazo oficial para a reabertura.
Apesar do susto, o saldo é positivo no que diz respeito à segurança: sem feridos, o incidente reforça a importância dos procedimentos de emergência, mas também levanta questões sobre a infraestrutura de pistas em aeroportos urbanos. Para o passageiro, a recomendação é monitorar os canais oficiais da Infraero e da sua companhia aérea como funciona o reembolso de voos cancelados e, se possível, antecipar alternativas de transporte, como o próprio Galeão ou o trem para o centro do Rio como chegar ao Galeão de transporte público.
Sofia Mendes Carvalho
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
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