Alan Rick visita comércio de Brasiléia e defende economia da fronteira
O candidato Alan Rick (Republicanos) percorreu lojas de Brasiléia e defendeu ações para reduzir o 'Custo Acre', com incentivos fiscais, logística e segurança. A proposta inclui zerar PIS/Pasep e Cofins em áreas de livre comércio.
O candidato Alan Rick (Republicanos) percorreu lojas de Brasiléia e defendeu ações para reduzir o 'Custo Acre', com incentivos fiscais, logística e segurança. A proposta inclui zerar PIS/Pasep e Cofins em áreas de livre comércio.
O candidato ao governo do Acre, Alan Rick (Republicanos), começou a agenda deste sábado, 5, ao lado da população de Brasiléia. A caminhada partiu da Casa 10, na área comercial da BR-317, e seguiu por lojas e outros estabelecimentos da cidade. Durante a visita, Alan conversou com comerciantes, trabalhadores e moradores sobre os desafios de quem mantém um negócio e gera empregos na região.
Para ele, a posição estratégica de Brasiléia, na fronteira com a Bolívia, precisa virar mais oportunidades. O Plano de Governo reúne fortalecimento da Área de Livre Comércio, melhorias na estrutura logística, manutenção constante da BR-317 e maior integração comercial com Bolívia e Peru. As medidas buscam atrair empresas, facilitar a circulação de mercadorias e abrir novos mercados para produtos acreanos.
"Não adianta falar em desenvolvimento se o comerciante não tem internet de qualidade, se a energia não é confiável, se falta segurança ou se quem deseja investir não sabe o que esperar do governo. Vamos garantir processos mais simples, prazos claros e menos burocracia", afirmou Alan.
A proposta é reduzir o chamado "Custo Acre". Com infraestrutura, serviços básicos e segurança, o dinheiro circula na própria região e novas oportunidades de trabalho chegam à população. Alan já atua nessa frente: foi relator, no Senado, do PL 2.697/2023, que prevê zerar PIS/Pasep e Cofins sobre mercadorias vendidas para empresas instaladas nas Áreas de Livre Comércio. No Acre, o benefício alcança Cruzeiro do Sul, Brasiléia e Epitaciolândia.
Durante a análise, Alan também acolheu a inclusão de Assis Brasil, Capixaba e Plácido de Castro. A redução dos impostos pode diminuir o custo das mercadorias e ajudar os negócios do lado brasileiro a competir com os preços dos países vizinhos. O projeto já foi aprovado pelo Senado e tramita na Câmara dos Deputados. Na primeira comissão da Casa, recebeu parecer favorável e aguarda votação.
Para o consumidor, o efeito prático pode aparecer no bolso: se os tributos caírem, o comerciante ganha margem para baixar preços, reinvestir e gerar empregos. A caminhada terminou com um recado de Alan: "Brasiléia tem o meu carinho, tem o nosso trabalho e a nossa luta. Juntos, vamos abraçar Brasiléia porque aqui é 10, moçada! É 10, maninho!".
Sofia Mendes Carvalho
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
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